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7 Doenças oculares infantis #2

26 de outubro de 2016 | 11:22h
7 Doenças oculares infantis #2

Neste post, continuamos a falar sobre as 7 doenças oculares infantis. Se você ainda não viu a primeira parte, você pode acessar CLICANDO AQUI.

5. Glaucoma Pediátrico

O glaucoma refere-se a um grupo de doenças oculares que provocam danos no nervo óptico. O glaucoma pediátrico é uma doença rara, ela pode afetar 1 em cada 10000 nascimentos.
O início dos sinais e sintomas ocorre em 60% dos casos nos primeiros seis meses e em 86% no primeiro ano. Os sinais e manifestações da doença variam em função da idade e das próprias características do globo ocular, mas pode ocorrer, lacrimejo, aumento do tamanha das córneas, ambliopia entre outras manifestações.

O tratamento do glaucoma é cirúrgico, e ao contrário do que acontece no glaucoma do adulto o tratamento médico com gotas só tem interesse como abordagem inicial para diminuir mais precocemente a tensão ocular e para diminuir a turvação corneana.

6. Erros Refrativos

O olho possui um sistema óptico que permite em condições normais que focamos de forma automática os feixes luminosos na posição correta, o que faz com que enxergamos nitidamente. Quando esse processo não acontece, pode estar ocorrendo alguma das três grandes formas de erros refrativos, são eles, Hipermetropia, Miopia e Astigmatismo.

Uma pessoa que possui HIPERMETROPIA, enxerga relativamente bem os objetos que estão longe, porém precisa de um maior foco ao verem objetos mais próximos. A HIPERMETROPIA esta habitualmente presente ao nascimento de um bebe, diminuindo de forma progressiva nos primeiros 3-4 anos de vida.  Caso ela não seja compensada com uso de óculos, ela pode ser a responsável por cerca de 80% dos estrabismos convergentes que surgem entre os 2 a 4 anos de idade.

Já uma pessoa que possui MIOPIA, ela enxerga bem em posição de perto, porém não enxerga tão bem em objetos que estão longe. De modo geral sua prevalência varia com a idade, aumenta nas primeiras décadas de vida, e a adolescência. Na maioria dos casos, a miopia apresenta-se numa forma simples que aumenta durante a infância e a adolescência a um ritmo variável.

Uma pessoa que possui ASTIGMATISMO, possui uma visão desfocada tanto para longe quanto para perto. Esse é provavelmente o erro refrativo mais frequente, sua prevalência é de cerca de 28% entre as crianças, e ao contrário da hipermetropia que a tendência é diminuir conforme a idade, o astigmatismo na infância não altera a sua prevalência com a idade.

Vocês podem identificar esses três tipos de erros fazendo o seguinte teste:

  • Pegue dois objetos, e coloque um em uma posição próxima, e um em uma posição mais longe.
  • Analise o rosto e as expressões da criança ao tentar enxergar ambos objetos.

Se ele precisar de mais esforço para focar no objeto que está mais próximo, é um sinal que ele pode possuir HIPERMETROPIA.

Se ele precisar de um esforço maior para focar no objeto que está mais longe, é um sinal que ele pode possuir MIOPIA.

Mas caso ele sinta dificuldade em ambas distancias, é um sinal que ele possa ter ASTIGMATISMO.

Mas é claro, esse é apenas um teste que você pode fazer para ver se seu filho possa vir a ter alguma dificuldade visual. Ao identificar isso, o correto é leva-lo ao oftalmologista, que irá indicar o grau e a dificuldade que o seu filho realmente tem.

7. Catarata

Apesar de se manifestar especialmente a partir dos 50 anos de idade, a catarata não é uma patologia que comprometa apenas adultos. Crianças podem nascer com o cristalino opacificada e ter a visão embaçada e as cores esmaecidas ainda na infância. Muitas vezes causadas por doenças ao longo da gravidez, como a rubéola por exemplo e outras infecções,  ou relacionadas a fatores genéticos, a catarata congênita exige tratamento urgente.

Ela pode ser diagnosticada já nos primeiros meses de vida, fazendo um exame do olhinho, mas muitas mães também podem perceber que há algo de anormal com o olho de seu filho durante o cuidado diário.

A catarata também pode desenvolver em crianças na média infância. Fatores como heranças genéticas, traumas oculares, inflamações dentro do olho (uveítes) e o uso inapropriado de corticóides podem desenvolver a opacidade no cristalino.

O tratamento tanto para a catarata congênita quanto para a infantil varia de acordo com a incidência da doença (em um ou em ambos os olhos), mas a cirurgia do cristalino ocorre nas duas situações.

Geralmente os problemas visuais ocorrem nas seguintes faixas etárias:

Entre 2 a 3 anos – problemas relacionados ao desenvolvimento, má formação, estrabismo, anisometropia.

Entre 6 a 7 anos – erros refracionais que podem impedir o bom resultado escolar no início da alfabetização.

Entre 12 a 15 anos – aparecimento de miopia, mesmo nos indivíduos que não tinham o problema.

Essas são algumas informações dos problemas visuais mais frequentes e presentes numa larga proporção da população mundial, e que o seu filho pode vir a ter. Por esses motivos que indicamos que seja feito um acompanhamento da visão de seu filho logo em seus primeiros meses de vida.

O primeiro exame da criança, deve ser realizado no berçário, que é o Teste do Olhinho, esse é um exame simples, rápido e indolor, que pode diagnosticar as possíveis doenças que ele pode estar desenvolvendo. Ele está disponível em grande número de hospitais, e é obrigatório por lei nos estados de São Paulo e Rio de Janeiro por exemplo. Feito o primeiro exame, se estiver tudo normal, deve ser novamente examinado com 1 ano de idade, aos 3 anos e a seguir na idade pré-escolar com uma frequência anual.

Contudo, indicamos aos pais que fiquem atentos com os babys, verificando e acompanhando qualquer mudança de comportamento que seu filho possa vir a ter.

Se você gostou das nossas dicas, compartilhe o conhecimento com seus amigos. Ficou com alguma dúvida? É só comentar aqui em baixo, nós teremos todo o prazer em te responder!

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Bianca Boscolo

Sou formada em Administração de Empresas pela UNIP-Campinas, com especialização em Gestão de Pessoas pela FAJ, me considero uma pessoa cheia de energias e apaixonada por uma boa cerveja artesanal. Descobri o segmento ótico em 2011, onde trabalhei em uma ótica por dois anos até ingressar a Optidados. E é com essa energia e experiência que escrevo com grande atenção para o Blog Optidados.

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